Na manhã desta sexta-feira, a direção do Sindicato dos Metalúrgicos de Cachoeirinha cancelou a ida nas portas de fábrica para distribuir material e conscientizar a categoria sobre a perversa reforma previdenciária proposta pelo governo ilegítimo e corrupto de Michel Temer.
Mas isso aconteceu por um bom motivo: era preciso apoiar os servidores públicos municipais de Cachoeirinha contra o pacotaço imposto pelo prefeito que se diz “socialista” Miki Breier, do PSB, que vai cortar inúmeros direitos da categoria. Miki e seu vice, Maurício (PMDB), seguem à risca a cartilha neoliberal imposta pelos governos federal (Temer) e estadual (Sartori) de resolver os problemas de caixa penalizando o funcionalismo.
Para impedir que os servidores protestassem e acessassem a Câmara Municipal, onde serão votados os 11 projetos de Miki e onde o prefeito detém maioria absoluta no parlamento, o poder público mais uma vez lamentavelmente usou a força repressiva da Brigada Militar. A resistência continua.








