Na segunda-feira (9), o sindicato participou do ato em defesa da democracia e sem anistia para os golpistas. Mais de 20 mil gaúchos e gaúchas realizaram um ato na Esquina Democrática e depois saíram em caminhada até o Largo Zumbi dos Palmares, no centro de Porto Alegre.
A mobilização organizada pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, com apoio das centrais sindicais, movimentos sociais e partidos de esquerda, aconteceu um dia após os ataques violentos e terroristas de bolsonaristas fascistas, que invadiram e destruíram as sedes dos três poderes neste domingo ( 8 ), em Brasília, como nunca tinha ocorrido antes na história do país.
O ato na capital gaúcha reuniu desde jovens, trabalhadores e trabalhadoras, até idosos. Todos estavam indignados diante da barbárie e selvageria dos golpistas nos prédios do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF).
Os manifestantes cobraram a identificação, a responsabilização e a punição de todos os terroristas, incluindo os financiadores e as autoridades omissas e coniventes do governo do Distrito Federal. “Sem anistia e sem perdão, o povo quer Bolsonaro na prisão”, foi a palavra de ordem mais entoada.
Marcos Muller, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Cachoeirinha repudiou os atos de domingo em nome de toda a direção eleita e afirmou que a democracia não deve ser refém de terroristas violentos “A barbárie de hoje é fruto da máquina de desinformação bolsonarista aliada ao ódio contra os trabalhadores e trabalhadoras mais pobres. Devemos punir de forma exemplar os responsáveis para que jamais tenhamos de repetir este momento lamentável de nossa historia” afirmou.
Fonte: CUT-RS e STIMECA.








