Como se não bastassem as mais de 55 propostas patronais que tramitam no Congresso Nacional, a direita brasileira trama a saída de Dilma para ficar com o caminho livre para impor mais retrocessos. O conspirador Temer já colocou as unhas de fora e lançou um documento chamado “Uma ponte para o futuro”, só não disse de quem seria esse futuro. Da classe trabalhadora não é, pois inúmeros outros retrocessos estão sendo ali incluídos, como a terceirização sem limites, a idade mínima para aposentadoria (65 anos), a redução do salário mínimo e o fim de direitos consagrados como o 13º salário e o FGTS, entre outros. Enfim, com a desculpa de ajuste fiscal, querem meter a mão nos direitos trabalhistas e sociais, muitos dos quais conquistados nos últimos 13 anos.
Por isso, a Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT (CNM/CUT) está organizando, junto com os sindicatos e federações de metalúrgicos cutistas de todo Brasil, a Semana Nacional de Mobilização dos Metalúrgicos da CUT.
De 9 a 13 de maio, as entidades vão organizar a categoria de norte a sul do país, com assembleias, paralisações, passeatas e protestos, contra os ataques da direita e da mídia golpista à democracia e em defesa dos direitos da classe trabalhadora. Além disso, é o momento de a categoria também fortalecer sua luta por reivindicações que dizem respeito diretamente a seu cotidiano.








